Encontrei você por aí
num sonho qualquer,
no meu amor de mulher,
num bilhete amassado.
Amor do passado,
de hoje, de sempre,
eternamente ausente,
sempre, nunca vivido.
Ouvi sua voz, seu violão,
ouvi seu chamado,
longe, virtual, blogado,
na música feita para mim (?).
Ah, como eu lembro que te amo,
no que foi prometido,
no que poderia ter sido,
no que ainda não foi.
Nenhum comentário:
Postar um comentário