terça-feira, 5 de outubro de 2004

Respiro

N�o respiro o amor, o �dio, a indiferen�a
n�o me alimento dos poemas, das palavras
surto lentamente a ang�stia de ser
ou n�o ser
Ou�o tantos
Leio tantos
Falo o pouco que humildemente me concerne
Care�o de alma
care�o de ar
Respire em mim tua vida, imploro
Respire em mim inspira��o
fa�a fibrilar meu cora��o doente
fa�a bater essa esperan�a latente