segunda-feira, 27 de julho de 2009

Ferias !?

O laptop da minha cumadre nao tem acento, entao tenho que escrever sem acento e quando voltar para o Rio eu corrijo tudo. Estou em Sampa curtindo supostamente as ferias do meio do ano, na verdade as ferias da minha filha e aproveitando para ter alguns dias de tranquilidade e tempo para relaxar pelo menos um pouco e pensar na vida (nem sempre e uma boa ideia devo dizer). Amo Sampa, amo Atibaia, amo todos os dias que passo aqui e amo o frio europeu que faz aqui. Estamos entocados em casa sentindo aquela preguica deliciosa, curtindo a chuva que nao para de cair, comendo as comidas deliciosas do meu cumpadre e vendo infindaveis filmes e programas infantis durante o dia todo e alguns filmes e programas adultos nas horas que restam a noite e de madrugada. Ontem assisti o quarto filme do Indiana Jones e curti muito a emocao que a minha filha sentiu assistindo comigo. Estamos assistindo todos os classicos originais da Disney como Pinoquio, Cinderela, Peter Pan... Assistimos a estreia dos Jonas Brothers - o meu preferido e o Joe, o da minha filha e o Nick e o da minha sobrinha Marianinha e o Kevin... hahahahaha. Estamos ansiosas pra ver o "Programa de protecao para princesas" e temos toda (sem sacanagem, TODA) a colecao da Barbie (puta que pariu) para assistir ate o dia que iremos embora. Quanto a mim passo o dia blogando, tietando as criancas, botando o papo em dia com a minha amiga de colegio e cumadre (e cumpadre) e pensando na vida. Quero que tudo de certo e que tudo de errado. Estou cansada de tudo, mas ainda estou lutando por tudo. Sonho com Oxum e Iansa Bale, sonho com o marido saindo com outra, sonho com o amigo querido que ja morreu e de quem sinto muita saudade - toda vez que venho pra ca sonho muito.  Hoje visitei um velhinho fabricante de vinhos deliciosos e sua fabrica ficava numa zona rural deliciosa. Degustei todas as garrafas a que tive direito e comprei 5 garrafas pra mim (nao comprei mais pois estou viajando de onibus e com minha filha, senao teria comprado garrafoes de 5 lts e muitos). Como curti esse momento! Percebi que ja esta mais do que nao hora de conciliar a mae, a mulher, a amante, a doida, a vadia, a centrada... acho que deu para entender... hahahahaha.  Tenho observado que cabe a nos garantir que a vida nao fuja de dentro de nos.  Ja que estamos vivos, ja que temos que viver, que seja com saude, que seja bem, que seja com alegria, prazer e saltitando por ai - como eu sempre fiz. Parar de ficar falando e escrevendo e agir! Agora vou me deliciar com mais uma refeicao feita pelo meu cumpadre e assistir a mais um filme da Barbie (puta que pariu) ate as criancas cansarem (la pela meia noite ou mais) e eu poder assistir alguma coisa que eu queira ou estar tao exausta que queira dormir tambem.

Receita com feijão-branco em pó emagrece e ajuda a evitar diabetes

Proteína presente no grão inibe o processo de digestão do carboidrato e retarda a absorção de açúcares no sangue. Recentemente passou no Globo Reporter uma receita feita com feijão branco e estudos comprovam que o pó do feijão branco emagrece realmente.

O feijão-branco ajuda a emagrecer, porque ele tem uma proteína de reserva. Não só o feijão-branco, os feijões todos têm, mas o feijão-branco é o mais utilizado para isso, para este fim. Ele tem uma proteína chamada faseolamina, e essa proteína é inibidora do processo de digestão do carboidrato. Então, ela retarda, inibe essa absorção de açúcares no sangue.

Mas isso só acontece no nosso organismo, se ele for ingerido na forma de farinha, uma espécie de extrato de feijão-branco que é bem fácil de fazer em casa ou sobre o papel toalha. Nunca no forno. Porque, segundo  Renata Ramos, o feijão só tem efeito emagrecedor se não for cozido. Mas atenção: como pode ser tóxico, o feijão só deve ser consumido cru em quantidades mínimas.

Depois, é só triturar no liquidificador e peneirar. Se quiser a farinha bem fininha, pode passar também no processador. É bom fazer em pequenas quantidades que para o extrato não fique velho e deixe de fazer o efeito desejado.

Se a pessoa consumir mais, ela pode ter diarreia, como efeito colateral. Ela pode ter problemas intestinais e náuseas. Então, ela tem que ter muito cuidado na hora de ingerir este extrato de feijão cru. Consumindo mais de um grama por dia, os efeitos são negativos.

terça-feira, 21 de julho de 2009

YouTube - Bintang Lifestyle 2003




Um dos vídeos mais lindos que meu irmão já fez

YouTube - Bintang making of 2004




Vídeo feito pelo meu irmão para a empresa/loja dele Bintang, mas que me marcou muito pois homenageou o meu amigo de infância, meu primeiro namorado, meu amor de garotinha, Rene... que nos deixou muito cedo para ir surfar nas ondas do Zuvuya...

YouTube - Parte 04 - Bintang Snowtrip 2008 - Surfiando los Andes




Finalizando

YouTube - Parte 03 - Bintang Snowtrip 2008 - Surfiando los Andes




continuação

YouTube - Parte 02 - Bintang Snowtrip 2008 - Surfiando los Andes




Continuação

YouTube - Parte 01 - Bintang Snowtrip 2008 - Surfiando los Andes




Um vídeo feito pelo meu irmão diogo que eu admiro muito. Ele tem um trabalho admirável como designer e produtor, como videomaker, como multiartista e é sócio da Bintang uma loja de roupas esportivas super legais - confiram o site www.bintang.com.br
Todo ano eles fazem uma viagem alucinante para surfar e/ou esquiar e/ou fazer qualquer outra aventura como alpinismo, paraquedismo e tudo de louco que existe nesse mundo... vivem no limite!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Eu quero meus contos de fada de volta (a tristeza que me consome e me envena)

Eu queria muito estar inspirada para escrever alguma coisa super interessante ou espetacular, mas estou tão triste que não consigo me inspirar. Uma tristeza de sangue, tristeza de fé, tristeza de amor, uma tristeza grande. Tristeza de ver pessoas do próprio sangue se tratando como inimigas e ver movimentações tão egoístas e de má fé. Tristeza de ver que apesar dos Orixás e das bençãos que cercam a nossa vida, a nossa fé ainda depende dos seres humanos e isso às vezes pode nos deixar na mão quando mais precisamos. Tristeza de ver o amor tão machucado, maltratado, desprezado, humilhado e lutar tanto para resistir à constante vontade de ir embora, desistir e tomar outro caminho. Uma tristeza grande de saber que existe tanta lealdade familiar, tanta fé, tanto amor e isso não ter significado algum porque os outros não compartilham do mesmo sentimento ou não investem da mesma maneira que a gente. Eu vejo esse castelinho de areia que eu construí durante a minha vida desmoronar aos poucos com as atitudes alheias e eu não poder fazer nada. Como cantava Cássia Eller: "Quem sabe o príncipe virou um sapo que vive dando no meu saco?".  Nesses momentos de tristeza sinto falta da vida como era antes quando eu sempre tinha para onde ir, um colo para deitar, uma voz para consolar. Mas todos se foram. E eu fiquei. Fiquei aqui vendo o castelo ruir, vendo as pessoas tirarem suas máscaras, vendo o mal vencer o bem e sem poder fazer nada. Irmão contra irmão, batalha de egos espiritual, esposa gata borralheira. Eu nunca li esse tipo de história. Não cresci para viver enredos assim. Ainda sou a Cinderela, ainda acredito na fada madrinha e ainda desejo o príncipe encantado. Ainda guardo minhas economias para o vestido do baile e converso com os passarinhos. Ainda acredito no amor e na bondade, mas não posso ignorar as sombras que o mal instala em minha vida. Acho que eu mordi a maçã que a madrasta envenenou. Não sei quando foi mas acho que a mordi. A maçã da tristeza (?). Sofro de desilusão.
Eu quero meus contos de fada de volta. 

quarta-feira, 8 de julho de 2009

O papel higiênico da empregada

Quando a gente é criança, acha que todo mundo é legal, que todo mundo é da paz, e de repente começa a crescer e vai descobrindo que não é bem assim. Eu lembro que, ainda menina, foi um choque descobrir que as pessoas mentiam, enganavam, eram agressivas. Porque aquelas pessoas não eram bandidas: eram colegas de aula, gente conhecida. Eu ficava confusa. Fulana era generosa com os amigos e, ao mesmo tempo, extremamente estúpida com a própria mãe. Beltrana ia à missa todo domingo e nos outros dias remexia na mochila dos colegas para roubar material escolar. Sicrana era sua melhor amiga na terça-feira e na quarta não olhava pra sua cara. Eu chegava em casa, pedia explicações pra família e recebia como resposta: bem-vinda ao mundo.Eu queria o impossível: olhar para uma pessoa e saber o que poderia esperar dela. Seria uma pessoa do bem? Do mal? Viria a me decepcionar? Todas as pessoas decepcionam, todas cometem erros, mas eu queria encontrar alguma espécie de comportamento que me desse uma pista segura sobre com quem eu estava lidando. Até que certo dia fui na casa de uma colega. De repente, precisei ir ao banheiro. Só havia um no apartamento, e ocupado. Eu estava apertada. Apertadíssima. Minha amiga sugeriu que eu usasse o banheiro da empregada, topei na hora. E lá descobri que o papel higiênico da empregada era diferente do papel usado pelos outros membros da família. Era mais áspero. Parecia uma lixa. Muito mais barato.Era um costume, e talvez seja até hoje: comprar um tipo de papel higiênico para a família e outro, de pior qualidade, para o banheiro de serviço. Eis ali a pista que eu inocentemente buscava para descobrir a índole das pessoas.Hoje, adulta, sei que descobrir a índole de alguém é um processo muito mais complexo, mas ainda me surpreendo que algumas pessoas façam certas diferenciações. O relacionamento entre empregados e patrões ainda é uma maneira de se perceber como certos preconceitos seguem bem firmes. Não é por economia que se compra papel higiênico mais barato pra empregada, por mais que seja este o argumento usado por quem o faz. É para segmentar as castas. É para manter a hierarquia. É pela manutenção do poder.As pessoas querem tanto acabar com as injustiças sociais, e às vezes não conseguem mudar pequenas regras dentro da sua própria casa. Cada um de nós tem um potencial revolucionário, que pode se manifestar através de pequenos gestos. Comprar o mesmo papel higiênico para todos, quem diria, também é uma maneira de lutar por um mundo melhor.

Martha Medeiros

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Viver como se fosse o último dia (recebi de uma amiga virtual e repasso)


Para todos que não receberam esta mensagem, enviada pelo Pe. Salomão. Vale a pena ler.


Viver como se fosse o último dia 

Sonia chegou em casa depois de uma das consultas médicas e disse aos familiares: 

- Pedi franqueza ao meu médico e que não me poupasse de saber a verdade sobre meu estado de saúde, pois sinto que me resta pouco tempo. 

O marido e os filhos estavam na sala ansiosos.

O marido então perguntou: 

- E o que eles disseram? ?

Sonia falou: 

- Os médicos me disseram que estou com uma doença incurável e que tenho poucos dias de vida. 

A filha mais velha, já chorando, perguntou: 

- E a senhora nos conta isso com essa naturalidade, mamãe?

Mas Sonia continuou falando normalmente.

- Ora, eu tenho um bom tempo para fazer tudo o que já devia ter feito algum tempo atrás. 

Vou arrumar toda a minha casa, colocar belas cortinas em todas as janelas, assim, elas me impedirão de ficar olhando a vida dos outros. 

Todos os dias tirarei o pó da casa e durante esse trabalho pensarei:

"Estou me livrando das sujeiras que guardei do passado".

Sonia continuava falando, enquanto sua família, se surpreendia a cada frase.

- Vou deixar todos os meus armários organizados, guardar o que realmente uso e o resto jogarei fora ou doarei a quem precisa.

Evitarei assistir ou escutar más notícias. 

Vou alimentar o meu espírito com leituras saudáveis, conversas amigáveis, dispensarei fofocas e não criticarei mais ninguém. 

Pensarei naqueles que já me magoaram e, com sinceridade, vou perdoar a todos.

Sonia fez uma pausa e depois continuou:

- Todas as noites vou agradecer a Deus por tudo o que estarei conseguindo fazer nestes dias que me restam. 

Todas as manhãs, quando acordar, vou me perguntar: 

"O que posso fazer para tornar o dia de hoje um dia melhor?

" Farei de tudo para transmitir felicidade para aqueles que se aproximarem de mim. 

E a cada dia que passar farei pelo menos uma boa ação, portanto, quando eu fechar os olhos para nunca mais abri-los, terei feito inúmeras boas ações.

Todos que ouviam Sonia falando, pouco a pouco saíam, cada um para um canto da casa, chorar sozinho.

Mas Sonia ficou ali no meio da sala, e nos seus olhos havia um brilho de alegria.

Ela dizia para si mesma:

- "Não posso curar meu corpo, mas posso mudar a vida que me resta.

A minha tarefa de casa é grande, porém, vale a pena todo e qualquer esforço. 

Vou conseguir realizar. 

Quero transformar meu mundo interior. 

Me tornarei uma pessoa totalmente diferente daquela que fui até ontem".

O tempo passou. 

E o mais curioso e extraordinário dessa história foi o que aconteceu ...

Sonia conseguiu cumprir plenamente todos os compromissos que tinha assumido consigo mesma. 

E dos poucos dias de vida que lhe restavam, ela viveu ainda por mais longos e saborosos vinte e três anos. 

Sonia curou a sua própria alma. 

A sua doença desapareceu. 

Ela morreu de velhice...

Ei, não espere para mudar o que está errado em sua vida. 

Trace metas em sua vida, que esteja em seu alcance...

E lembre-se comece hoje a viver como se fosse o último dia... 

quarta-feira, 1 de julho de 2009

YouTube - Cee-Lo - Living Again




YouTube - Asher Roth featuring Cee-Lo - "Be By Myself" (OFFICIAL VIDEO)




YouTube - Beyonce - Halo Official Music Video




Quando é o fim?

Como saber quando acabou? Como saber quando um casamento acabou, quando uma tentativa deve cessar, quando não há mais o que falar, quando não há mais pra onde ir?
Todas essas coisas são mais do que alusões ao apego. O fim sempre é sentido como uma sugestão de fracasso, né? Mas há fins que são necessários para que possamos evoluir e continuar abertos a experiências melhores e novas. Não é possível um começo sem um fim e vice-versa. Mas como finalizar quando há sentimento, quando há amor, quando há a firmeza de que pode dar certo, ainda, mesmo que a todo custo? Não sei.
Não sei porque continuamos quando já terminou faz tempo. Não sei porque não conseguimos sair de histórias que não têm mais nada a nos acrescentar ou que nos fazem mal. Vivemos cercados de conceitos e dogmas que nos paralisam (clichê, mas verdadeiro). Família nem sempre significa a melhor coisa que existe no mundo. Família pode ser uma maldição, pode trazer tanta tristeza e decepção que seria melhor não ter. Parentes idem. Amigos também. Trabalho então nem comento. Continuamos trabalhando tristes, frustrados, em troca de estabilidade, dinheiro, status ou seja lá o que for. Como achar o oráculo do fim? Aquele que dirá magicamente que a hora para finalizar é aquela e nos dar a tranquilidade de estarmos fazendo algo certo e na hora certa. Como achar o oráculo do conforto? Aquele a quem pediremos a certeza de que deixaremos aquilo ou alguém mas que os deixaremos confortados, resolvidos, conformados. Não existe mágica desse tipo no mundo real. Nós somos os oráculos de todas as coisas das nossas vidas. Que merda! Eu sei. É uma merda, mas é a mais pura verdade. Somos nós que teremos que olhar nos olhos daquele outro e dizer: fim. E suportar a dor, a revolta, a raiva, a mágoa e todo sentimento que surgir dessa palavra. E será que evitamos o momento do fim para evitar lidar com as consequências disso, digo evitar lidar com todo sentimento (chato, pentelho, irritante, constrangedor) que vem com o pacote do fim? 
Quando é o fim?
Quando está tão ruim que ficamos doentes? Quando fica tão dificil que a morte é escolha melhor? Quando quem está conosco e não tem a ver com o assunto sofre mais do que nós mesmos? Não sei. Talvez a solução para isso seja uma palavra feia, grosseira, mas deliciosa e mágica: FODA-SE! Sim, fodam-se todos, foda-se tudo, não quero saber de porra nenhuma é o fim e ponto. Foda-se é a solução. Foda-se é a solução? Devemos iniciar o movimento> FODA-SE. É O FIM. Mas aí seríamos muito egoístas, né? Ignorar a dor alheia, o espanto de quem não estava preparado para um fim e não sabia que tinha terminado há tempos. E o outro também não é egoísta ao nos prender a algo que não nos faz bem? Sim, porque existem pessoas (e coisas) que nos prendem com tentáculos e ventosas invisíveis por anos, com palavras sugestivas, com agrados cheios de segundas intenções. Existe o outro que impede o fim egoisticamente e descaradamente, mas que não conseguimos enfrentar. Devo dizer que o pior inimigo é aquele que nos olha meigamente mas com a alma maquiavélica. Maquiavel poderia escrever sobre o fim. Somos todos objetos e marionetes de um esquema maior que nos prende? Somos como um Estado? Quem nos governa? Puta merda, está ficando pior. O fim está ficando mais longe. Devo continuar?
Não.
Eu governo essas teclas e esse blog. Não é porque não consigo dar fim a várias coisas na minha vida que eu não darei fim a esse post. Aqui o movimento> FODA-SE. É O FIM. funciona. Então...
Foda-se. É o fim!
Fim.

Separação

Antes que houvesse você houve eu.
Eu era só e isso era bom.
Tudo era para mim, era meu,
em minha melodia escolhia o tom.

Foram anos e foram importantes
as coisas que juntos vivemos,
amor, cumplicidade, amigos, amantes,
nada apaga o que tivemos.

Em mim ficará o seu cheiro, eternamente.
Já somos parte um do outro.
Seguiremos um novo caminho simplesmente,
antes que um de nós acabe morto.

Secos e tristes em nossas almas,
tudo terá sido em vão.
Separados ainda entrelaçaremos as palmas
das mãos, e restará amor no coração.

Horizontes

As asas planam, sinto a brisa
todos os mundos e possibilidades,
os horizontes me pertencem,
as estrelas são minhas propriedades.

Não há mais medo.
A certeza das mudanças doa o chão,
pisar a terra firme é sóbria alegria
nas fronteiras da contradição.

Em todo lugar há sombras,
reflexos naturais da luz,
resta dar vazão ao sol,

desfrutar a calma do atol,
esquecer as dores da cruz,
o novo caminho é um tapete de honras.