sexta-feira, 29 de maio de 2009

Tudo tem seu tempo

TUDO TEM SEU TEMPO... 


Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu. 
Há tempo de nascer, tempo de morrer; de plantar, e de colher o que se plantou...
 
Tempo de sentir saudade, e tempo de esquecer; tempo de derrubar, e tempo de edificar; 
Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de lamentar, e de dançar;
 
Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e de afastar-se; 
Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de jogar fora;
 
Tempo de estar calado, e tempo de falar;
 
Tempo de amar, e tempo de sofrer; tempo de guerra, e tempo de paz. (Eclesiastes 3.1 a 8)

Só não se deve perder tempo

O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis. 

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Metallica - St. Anger

Link

YouTube - The Stranger




FILME - PS: I LOVE U
MÚSICA KISSES AND CAKE

YouTube - P.S. Eu Te Amo - P.S. I Love You (legendado)




YouTube - P.S. I Love You *Galway Girl*




FILME - PS: EU TE AMO

YouTube - Flogging molly - If i ever leave this world alive




FILME - PS: EU TE AMO

YouTube - The Stills - "In the Beginning" VICE Records




FILME - PS: EU TE AMO

YouTube - Chuck Prophet--No Other Love




FILME - PS: EU TE AMO

YouTube - Toby Lightman - My Sweet Song (live TRB VII)




FILME - PS: EU TE AMO

Meu primeiro sinal de infarto

Ontem de madrugada eu tive o maior dos sustos. Estava navegando pela internet por volta de 4 horas da manhã quando comecei a sentir uma dor insuportável no peito e no braço. Não consegui respirar e me sentia tonta. No início não entendi o que estava acontecendo, mas de repente veio aquelas lembranças antigas de quando vi pessoas que eu amava tenho problemas no coração e eu me desesperei. Corri para chamar o Dio e já não conseguia nem pensar em nada quando ele falou que ia me levar para o hospital. Deitada na nossa cama estava Sophia, inocente, em seus sonhos confusos e cheios de terror, e tão fragilizada pelo que a vida tem feito com ela nos últimos meses. Eu estou sem plano de saúde, e ele está há 3 meses sem receber de nenhuma das escolas que ele trabalha então percebi como iria ser. Ele ia ter que me levar para o hospital público Lourenço Jorge, acordar a Sophia no meio da madrugada, e ficar esperando em uns bancos frios de cimento que ficam do lado de fora, pois lá só quem entra é  o paciente. E eu iria entrar pela primeira vez dentro de uma emergência de um hospital público sozinha, sem ninguém para segurar a minha mão, sem certeza do que ia acontecer. Entrei em pânico. Tirei toda a roupa e deitei na cama, pedi um rivotril (um inteiro) e disse que depois que eu dormisse ia passar. A verdade é que eu achava que talvez eu não acordasse mais. Chorei. Abracei a Sophia, rezei, beijei tanto a face dela e pedi para qualquer entidade que pudesse me ajudar que me permitisse morrer sem ela ver. Não que eu não desejasse de uma certa forma que aquela fosse a minha hora, afinal eu sou uma suicida em recuperação e com potencial suicida oras, mas percebi que a minha filha não merecia que fosse desse jeito e com ela assistindo. O Dio não conseguiu dormir. A Sophia graças a Deus não soube de nada e não percebeu nada. E eu ainda estou viva, mas vou no hospital assim que ele chegar. Não fiquei com medo da morte, ou da dor ou de qualquer outra coisa. Fiquei com medo pelo que a Sophia teria que passar. Acho que ela não aguenta mais ver as pessoas que ela ama morrendo e assistir tudo. Não sei o que fazer. Eu sei que estou dando uma força danada pra morte me levar através do modo como estou vivendo, mas de repente a Sophia passou a ter importância crucial no processo. Eu posso querer destruir a minha vida, mas seria muita sacanagem e egoísmo da minha parte destruir a dela. Destruir mais do que já está destruída.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

YouTube - More Time by Needtobreathe




FILME - PS: EU TE AMO

YouTube - James Blunt - Same Mistake




FILME - PS: EU TE AMO

YouTube - The Pogues-Love you till the end




Filme - PS: EU TE AMO

P.S.: eu te amo

Acabei de ver o filme "ps: eu te amo" com a Hillaru Swank e o Gerald "gostoso" Butler. Já faz um tempo que várias idéias rondam a minha mente, principalmente depois da morte da minha avó e da Teresa (assunto repetitivo) e muito mais ultimamente. O filme é delicioso, nem um pouco clichê, na minha opinião, e abriu meus olhos para muitas coisas.  A trilha musical é sensacional e diz tudo que precisamos ouvir quando perdemos alguém. Não adianta eu me esforçar pois a culpa não é de ninguém, eu me sinto só mesmo numa multidão, não tem jeito. Porque existem certos olhares, certos carinhos, certos toques que não temos como substituir quando perdemos alguém, eles morrem com a pessoa. E alguns nós perdemos de pessoas vivas mesmo.  Então essa solidão que oprime nossa vida é latente e inerente ao momento que vivemos, mas pode ser mudada.  Procuro casas e sítios lá pra Lumiar, São Pedro da Serra e outras cidades que ficam entre as montanhas, as cachoeiras e os rios. Eu SEI do que eu preciso e eu SEI o que eu QUERO. Eu quero voltar a andar descalça, a usar minhas saias hippies herdadas da mamãe, quero voltar a caminhar nas trilhas das florestas e tomar banho de cachoeira. Eu quero acender incensos e viver com pouco, quero deitar na rede, quero olhar as estrelas e quero amizades simples com pessoas simples. Já percebi que não é mais a saudade que me oprime, mas o que eu tenho feito com ela.  Eu não era TÃO deprimida quando tinha essas coisas.  Não tenho como trazer de volta as sensações deliciosas que as presenças da minha mãe, da minha avó, dos meus avós, do Rene, da Teresa proporcionavam para mim. As conversas, os programas, a batida de côco que durava toda a madrugada. Não tenho como ter de novo a presença do Rene para discutir comigo sobre a vida e deitar na minha cama e dormir abraçado comigo sem maldade e sem malícia, e acordar olhando aquele homem lindo e saber que eu fazia parte de quem ele era pelo menos um pouco. Receber o seu abraço, os seus emails, as suas visitas e desfrutar do grande mestre que ele era.  Também não tenho como sentir a familiaridade de viver todos os meus dias para a minha avó, por causa dela. Ouvir sua risadinha, os pés balançando na cama ou passar horas conversando com ela sobre a minha vida e ouvir seus conselhos. Assim como os dos meus avós paternos. Isso é passado, isso não existe mais e não voltará a existir. Nesse momento eu tenho muito pouco. Acabei de ver o filme e percebi que o que mais sinto falta é do amor, é de amar. Amar intensamente, suspirar, sentir o ar faltar no peito e estar constantemente ansiosa. Ninguém tem culpa de como eu me sinto. E eu me sinto péssima pois tinha tanta raiva dentro de mim que culpava todos, culpava Deus, culpava qualquer coisa. Mas essa não é a vida que eu quero para mim. Não mesmo!  Se casamento for ficar o dia inteiro dando uma de empregada doméstica, de babá e concretizar a relação dormindo na mesma cama eu tô fora. Ser mãe é ir passear no parque, pegar uma praia, brincar na piscina, contar histórias, fazer dever de casa, dar banho, pintar as unhas de rosa (ela prefere azul, acredita?)... Ser mãe é fazer brigadeiro, ensinar as coisas da vida, mostrar as borboletas, os pássaros e aconchegar entre os braços para fazer dormir. Assistir aquela merda de High School Musical 1,2 e 3 um milhão de vezes e os mesmos desenhos e filmes indefinidamente. Parodiando Fernanda Young... eu vou ser uma merda de mãe trancada num apt e passando o dia inteiro cuidando da casa e de outras coisas, sem sentir prazer, sem sorrir, chorando pelos cantos e feia pra caralho. Todas essas pessoas queridas que já se foram com certeza não gostariam de me ver assim. Tenho certeza que minha avó preferia mil vezes ficar puta comigo por causa das minhas farras, tatuagens e loucuras do que ficar preocupada porque eu não me cuido e não faço nada da minha vida.  Como um calhambeque velho eu começo a voltar a funcionar.  Peguei meus cadernos Rosacruz, me inscrevi num workshop Xamânico, estou escolhendo a igreja do Daime que eu vou frequentar e voltei a meditar (Om Mani Padme Hum - Budismo Tibetano). Tõ quase raspando a cabeça de novo e só não entro mais fundo nesse "renascer" porque eu não tô mais sozinha. Não, eu não estoui pirando (como muitos amigos e familiares devem estar pensando). Eu estou voltando a ser eu mesma, doa a quem doer. Minha filha tem 8 anos. Não é uma adolescente, nem uma mulher, mas já faz tudo sozinha e tem sua própria opinião e seus próprios gostos. E cá entre nós ela topa tudo isso. Adora um atabaque, medita que é uma beleza e adora espiritualidade. Gosta de capoeira, de ler, de desenhar e pintar e é forte como um touro. Eu vou pegar esses trapos de eu mesma jogados no chão e fazer uma eu mesma bem melhor. Afinal, sou eu que escrevo meu destino, não é? Sugiro que vejam esse filme e comprem o cd. Vale a pena! Me inspirou muito. Além disso, eu adoro a Irlanda e apesar de não ter tido rolo com nenhum irlandês, eu me meti com um escocês e é bem parecido, é uma delícia (faz tempo, faz muito tempo). 

terça-feira, 26 de maio de 2009

Colcha de retalhos

Colcha de Problemas

 


Dos meus problemas, fiz um acolchoado de retalhos, 
pedaços de dificuldades que me fazem lembrar, 
da minha capacidade de superar momentos difíceis, 
e vejo pedaços que me lembram fatos, 
onde eu tinha certeza que não iria resistir, 
onde eu queria mesmo era morrer, sumir:..


Amores perdidos que me fizeram sofrer, 
mortes inesperadas que me deixaram vazio, 
promessas que não aconteceram, doenças, 
discussões tolas, brigas e desavenças, 
sonhos que viraram pesadelos...


Um acolchoado triste, pesado, 
mas cheio de lições importantes, 
cheio das minhas impressões, 
do que eu era e do que me transformei, 
por isso essa força tamanha, 
que carrego comigo por onde for, 
e se encontro alguém sofrendo pela estrada, 
tiro da minha colcha um retalhinho, 
um pouco da minha experiência com a dor, 
e mostro carinhosamente o caminho, 
onde há flores, espinhos e amor.


Peço para a pessoa olhar lá na frente, 
além do problema e da dificuldade, 
depois, olhar para dentro de si mesmo, 
e encontrar a solução para tudo, pois, 
a dor vem dos outros, a decepção também, 
mas a solução está onde sempre deve estar, 
dentro de você, criatura divina, feita para brilhar.


Recebi por email
Desconheço o autor

segunda-feira, 25 de maio de 2009

YouTube - PEYOTE HEALING




YouTube - Please Don't Stop The Rain




YouTube - Broken Strings




O coração se acalma

O coração se acalma. Percebo que estou na montanha russa do T.B., mas não me assusto pois isso é absolutamente natural em virtude de tudo que tem acontecido. Num dia quero matar todo mundo, no outro quero abraçar todo mundo. Hoje olhei uma foto da Teresa e percebi que na verdade a ficha ainda não caiu. Dentro de mim é "IMPOSSÍVEL" que ela esteja morta, simplesmente impossível. As coisas estão ficando cada dia mais complicadas e estou entrando de novo naquele túnel escuro que poucas pessoas realmente conhecem. Não saio mais de casa, estou doente, sem voz (muito conveniente devo dizer), e cheia de problemas e infecções. Normal. Melhor botar pra fora do que morrer com o que guardar dentro de mim. Pensei muito e acho que eu também me afastaria de mim se eu estivesse como estou agora. Estou um porre, um saco! Não dá pra viver deprimida o tempo todo, ninguém é obrigado a aguentar. Estou procurando na internet a casa na puta que pariu e anunciando o apartamento. Acho que devo sumir mesmo. E tomar outras decisões. Parei de tomar o lítio, mas na verdade não sei o porquê. Parei de tomar tudo. Não durmo mais, troco o dia pela noite e vice-versa. Estou acabando de arrumar a sala, mas ainda não arrumei nada em mim. Tentei fazer a unha usando um kit que ganhei da minha amiga, mas só consegui me cortar profundamente e me encher de sangue e pus. Acabei não podendo pintar a unha nem em casa, nem no salão. Do cabelo desisti mesmo. O resto? Bem, o resto eu sei que só vou  conseguir ajeitar indo pra puta que pariu e isso ainda vai demorar um pouco. São José do Rio Preto apareceu na lista de fuga. Juiz de Fora também. E Guapimirim. Eu preferia São Pedro da Serra, Lumiar, Atibaia... Vamos ver o que vai acontecer.

Um minuto de sabedoria (é do livrinho mesmo, recebi por email)

A amizade verdadeira é algo que não compramos, não vendemos, não medimos, ou sequer podemos comparar com coisa mensurável. 

É construída ao longo do tempo, com atitudes imbuídas dos melhores sentimentos.


  

O encanto da vida depende das boas amizades que cultivamos. - Malba Tahan (escritor)

domingo, 24 de maio de 2009

Fato

Quanto mais escuro fica o caminho, quanto mais gélido fica o ar, quando mais solitária fica a missão... quando eu tenho menos vontade de reagir, quando eu sou mais atacada, quando o reforço me abandona no meio da batalha... enquanto sinto o vazio crescer... durante o tempo que tiver que ser... nada mais faz diferença... enquanto os outros cansam de mim, desistem de mim, eu não tenho como sumir do passado deles... isso é fato. Por mais que o desejo seja o de me tornar invisível as cores do que passado me colorem de fluorescente!

Amigo que é amigo não desiste de nós. Não vira as costas. Todo mundo cansa em algum momento, mas amigo que é amigo não desiste...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Semana do amigo (esse post tá meio forte e agressivo, vou logo avisando)

Recebi vários emails dizendo que essa é a Semana do Amigo.  Ótimo momento para refletir sobre isso.  O que é ser amigo? Quem é meu amigo? Quais são os critérios para definir um amigo? Não encontrarei as respostas para essas perguntas, é claro, pois são perguntas relativas, mas encontrei respostas para perguntas que têm ecoado no meu coração. Já faz um tempo que virei a "amiga da tela".  Eu não sou mais a amiga das farras, das saídas, do celular tocando toda hora e cheia de programas para o fim de semana. A culpa é muito minha. Mas sou a mesma amiga que espera uma mão estendida quando tá na merda e que espera um pouco de compreensão. Nessa semana do amigo eu refleti sobre como eu fiquei quando a minha avó morreu. Eu surtei, sumi, e nem minha família me procurou. Talvez as pessoas tenham pensado que eu tinha me afastado propositalmente, sei lá. Fiquei vários dias "desaparecida" e nem o meu marido ligou para saber como eu estava. Curiosamente, eu estava na casa de pessoas que mal me conheciam e que cuidaram de mim como se eu fosse da família. Deram remédio na boca, me abraçaram quando tive pesadelos de madrugada, me alimentaram, cuidaram de mim e não perguntaram nada e nem pediram nada em troca. A minha avó morreu há dois meses e eu continuo na merda, e continuo sozinha. Liguei para alguns amigos e deixei recados, mas ninguém me ligou de volta. Continuo recebendo telefonemas, ajuda e carinho de pessoas que não eram tão íntimas antes. Será que eu sou tão ruim assim? Será que as pessoas querem tanto distância de mim? Será que eu fiz alguma coisa muito grave que nem eu sei e as pessoas não querem ter contato comigo? Novamente não tenho e não terei respostas. Perto do dia das mães eu perdi uma das minhas amigas mais queridas e mesmo estando sem falar com ela foi como se tivessem arrancado um pedaço de mim. Minha avó na véspera do meu aniversário e minha comadre alguns dias antes do dia das mães. Pirei. Liguei para alguns amigos sem retorno. Recebi telefonemas de novos amigos. Continuo sozinha. Desabafei com a esposa de um amigo do meu marido com quem eu sempre simpatizei e que eu sabia que está cursando psicologia. Essa semana do amigo para mim está sendo uma merda. Questiono seriamente o significado desse conceito e dessa palavra e não tenho mais certeza dos amigos que tenho. Eu sempre amei os meus amigos com seus defeitos e qualidades e convivi muito bem com várias merdas que eles fizeram, mas parece que a recíproca não é verdadeira. Enfim... Semana do Amigo. Minha melhor amiga hoje é minha filha de 8 anos que me vê chorar, me abraça e me diz que tudo vai ficar bem. É ela que passa o dia comigo, que passeia comigo, que assiste tv comigo, que me liga do próprio celular a cobrar e que divide os momentos da vida comigo. Meus fins de semana também são com ela. Se eu acho isso bom? CLARO QUE NÃO. As cervejas que eu coloquei na geladeira para receber os amigos ficaram chocas. As garrafas de vinho e licores estão cheias. Faz tempo que não vou para a cozinha fazer algo especial para receber alguém. Os copos que comprei para tomar "shots" ou outras coisas nunca foram usados. Nas festas de família eu me sinto uma estranha. Vou porque é família, mas não faço parte da vida deles. Será que fui eu que me afastei? Não sei. Eles sabem o meu telefone e se vão fazer algum programa bastaria me ligar. Será que nossas vidas ficaram tão opostas? Não sei. Nessa semana do amigo não mandarei email para ninguém e nem sairei para comemorar. As pessoas em quem eu mais confiava me trairam. As pessoas que eu mais amava me esqueceram. Eu fiquei invisível. Tomo cerveja sozinha, bebo vinho sozinha, passeio sozinha. As únicas coisas coletivas são idas às casas de candomblé (ou outras macumbas de conhecidos), as festas de aniversário na família e festa na escola da Sophia. Não reflito sobre isso com amargura ou com mágoa, apenas reflito. A única coisa que eu sinto falta é de ter outra pessoa para dar opinião, dividir conhecimento ou conversar sobre a vida. Sozinha eu posso fazer tudo, menos responder às minhas próprias questões  ou ter uma segunda opinião. Em compensação ganhei um presente dos Deuses (ou seria da minha amiga Tati ?): minha nova psicóloga super alto astral, multi étnica e multi religiosa, com seu consultório aconchegante a poucos kilometros da minha casa, com seu porta lápis com o desenho da Tara Verde (Budismo Tibetano), imagens de São Miguel e São Lázaro, porta incenso, rosacruz, com altar montado e que fala de tudo o que se possa imaginar. E, como na vida tudo o que é destino vem cheio de coincidências, era vizinha da minha recém-falecida amiga e comadre Teresa. Ah, e adivinha o nome dela? ANGELA. Na semana do amigo um anjo foi colocado no meu caminho disposto a me ajudar, a me ouvir, mesmo que eu não possa pagar o valor que o tempo dela vale. Hoje, como na música... "eu quero uma casa no campo..." e se não fosse pela minha princesa de 8 anos, que precisa de escola e civilização, eu me mandava pra puta que pariu (desde que a puta que pariu ficasse bem longe, no meio do mato, perto de rio e cachoeira e cheia de montanhas em volta) e ia morar numa casinha bem pequenininha e viver de ar, sol, lua, estrela, canto de passarinho...  Eu me transformei em tudo o que mais odiei a vida inteira e em tudo o que disse que não ia me transformar quando era mais jovem e fazia planos sobre o futuro. E odeio isso. Mudanças causam terremotos. Quando causamos terremotos nós saímos ilesos mas destroçamos a vida de quem está em volta, por isso é tão difícil mudar (estou respondendo aos que estão se perguntando: porra, se tá tão ruim porque é que ela não faz algo pra mudar). Só sei que essa é a semana do amigo e eu não sinto como se tivesse algum (desculpe a quem ficar ofendido). Comprei um presentinho pra minha filha e só. Afinal, como amiga dela eu acho que a vida dela tá mais difícil do que a minha. Quase 3 horas da manhã! Caralho! Tem noção de como dói? A saudade,a solidão, a frustração, a indignação, a falta de amor e carinho, o vazio lá dentro, a falta de sonhos, a diminuição da fé? Quero que essa merda de semana do amigo vá pro caralho e que a próxima semana chegue logo de preferência sem nenhuma data imbecil pra comemorar... Eu não quero comemorar porra nenhuma. Quero um buraco negro ou um pedaço de vácuo de presente.  Será que alguém poderia me colocar perto de um pedaço de anti-matéria? Boa semana do amigo para todos e que nenhum de vocês tenha amigos como os que eu tenho senão vocês estão fodidos...

PS: "AMIGOS" É UM TERMO VAGO E INCERTO. NÃO DEIXE QUE A CARAPUÇA SIRVA PARA VOCÊ. DOS MIL "AMIGOS" QUE EU TENHO QUEM SABE VOCÊ NÃO FAZ PARTE DAQUELES QUE CABEM NA MINHA MÃO E EM QUEM EU AINDA ACREDITO E DEPOSITO MINHA FÉ E MEU AMOR? OU TALVEZ ISSO NÃO IMPORTE PARA VOCÊ, NÉ? 

quinta-feira, 21 de maio de 2009

YouTube - O Pequeno Principe a Raposa




O pequeno príncipe - "então pra que servem os espinhos?"




Passeio Socrático

DO MUNDO  VIRTUAL AO  ESPIRITUAL

                                                                                                                                                                            
Frei  Betto         

        
 
  
  
  Ao  viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do  Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus  mantos cor de açafrão.  Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São  Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares,  preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já  haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um  outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois  modelos produz felicidade?'  
 
Encontrei  Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à  aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom, então de  manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho  tanta coisa de manhã...' 'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de  balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota  robotizada. Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não 
disse: 'Tenho aula de  meditação!'   
              Estamos construindo  super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente  infantilizados. 
             Uma progressista cidade do  interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de  ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não  tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em  relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como  estava o defunto?'. 'Olha, uma 
maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como  fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?    
             Hoje, a  palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga  íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de  prédio ou de quadra! Tudo é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos  virtuais, cidadãos virtuais. E somos também eticamente virtuais... 
           A  palavra hoje é 'entretenimento' ; domingo, então, é o dia nacional da 
imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se  apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a  publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é  o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este  tênis,  usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!' O problema é  que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal 
maneira o desejo, que  acaba  precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a  neurose. 
             O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento  globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para  uma boa saúde mental  três requisitos são indispensáveis: amizades,  auto-estima, ausência de estresse.  
              Há uma  lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média,  as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no 
Brasil,  constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shoppings  centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas;  neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de  missa de domingo.. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há  mendigos, crianças de rua, sujeira pelas  calçadas... 
               Entra-se naqueles claustros  ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista.  Observam-se os vários nichos, t
odas aquelas capelas com os veneráveis objetos  de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista,  sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito,  entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar,  certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na  eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo  hambúrguer do Mc Donald...  
              Costumo  advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo  um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates,  filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro  comercial de Atenas. Quando 
vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: 

"Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para
 ser  feliz!"

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Xeque-mate (ou não?)

Hoje não dormi de novo. 
Tenho tanto e sinto que tudo o que tenho não é meu. Mas é.
Para cada momento há um pouco de humilhação e para cada humilhação uma crescente desilusão.
Perco a fé nos homens, perco a fé nos Deuses, perco a fé em mim.
Pior ainda, perco a fé no amor.
Eu que já não sinto vontade de mais nada, já não sinto.
Será que em mim ainda corre sangue nas veias? Pelo que bate o  meu coração?
Essa indiferença come minha alma como um câncer e aos poucos me leva a um estágio terminal.
Nesse segundo sinto ódio pelos que estão pensando na dramaticidade do que escrevo e pelos que se entediam com o meu desabafo e as minhas reclamações.
Não há escape para o que sinto e nem forma segura de me aliviar.
Olho ao redor e vejo o que todos desejam, mas a riqueza que a vida no dá nem sempre é a riqueza que a alma pede. Não necessito de coisas materiais, mas de alimento espiritual e paz para um espírito perturbado.
Desejo abandonar tudo. Abandonar o corpo, a vida, a alma, o peso, a bunda, a mediocridade da minha vida e a essa sensação desconfortável de falta de perspectiva para o futuro.
Abandonar como uma louca. Louca eu seria de qualquer jeito. 
Para os que ficam louca eu seria de qualquer jeito, ou desistindo de viver pela morte ou desistindo de viver pela vida, por uma nova vida.
Quando sentimos que já perdemos tudo, não há mais nada a perder independente da nossa escolha.
Na geladeira o almoço está pronto. A casa está quase que impecavelmente arrumada e organizada. O chão eu lavei e esfreguei de joelhos. As fotos foram organizadas por álbum, datas e motivos. As roupas lavadas e perfumadas estão organizadas no armário. Os livros foram colocados na estante, todos. Descongelei a geladeira e limpei a máquina de lavar. A única coisa que existe desarrumada e por fazer é a sala.
Dentro de mim não há nada pronto. O corpo está debilitado e acabado. Carrego cerca de 30 kilos além do que deveria. Mãos e pés estão inchados e o cabelo cai e é frágil como o de uma senhora de idade avançada. Minha pele é ressecada e minhas mãos cheias de calos e feridas. Não faço as unhas desde o dia 9 de março. Não tenho mais plano de saúde. Na boca tenho um canal para fazer e não vou à dentista desde fevereiro. Tudo está desarrumado e por fazer em mim.
Cansei dos jogos da vida. Cansei da futilidade e irresponsabilidade das pessoas que falam e fofocam e intrigam sem pensar nas consequências dos seus atos. Sinto nojo dos seres humanos e da falta de amor pelo próximo. Hipócritas! Egoístas! Mentirosos.
Cansei de mim, ser humano. Erva daninha entre tantas outras espalhadas por aí. Não sou santa, mas não consigo ser como uns outros que conheço.
Eu suportaria tudo em mim menos essa amargura esculpida dia-a-dia e esse vazio que toma o meu peito.
Como um cronômetro, como um relógio, minha mente me tortura no tic-tac das lembranças e das saudades, e da dificuldade de lidar com o que não tem volta.
A morte não tem volta. As decisões tomadas não têm volta. O dinheiro usado e emprestado não tem volta. A juventude, preciosa dádiva que poderia nos acompanhar até a morte apesar da idade, também não tem volta. Os erros não têm volta.
Ou largo tudo e vou para o meio do mato viver como um eremita, ou tiro a vida num golpe certeiro para finalizar essa história. De certo modo eu não tive como controlar grande parte das coisas que aconteceram comigo, mas tenho como decidir como vai ser o fim a partir de agora. Um fim escolhido por mim e não enfiado goela abaixo pelo destino ou por um karma que eu nem tenho conhecimento.
Meus Deuses continuam lá, mas Eles não podem tomar certas decisões por mim.
Quem continua apanhando da vida sabendo como deixar de apanhar é otário. Não quero ser otária! Me recuso a aceitar, ou melhor, continuar aceitando esse papel.
Daqui pra frente eu controlo o peão. Conquisto o outro o Rei e dou xeque-mate ou caio no meu tabuleiro de uma vez. 

Abandono

Abandono essa vida, abandono esse corpo, abandono esse enredo.

Levo comigo a dor, toda a desilusão e a minha falta de fé,

melhor desaparecer enquanto a vida persiste em engatar a ré,

crer num novo começo, na certeza e investir sem medo.

 

Para a vida no astral, no inferno ou para a vida na Terra,

melhor ser pó do que viver assim, ou existir e não mais viver.

Sofrimento por sofrimento, o futuro não tenho como saber,

tomada  a decisão encerro como quem a tudo enterra.

 

Egoísta, fria, calculista, desalmada...  sei que dirão

de tudo, e todas as palavras terão um fundo de verdade,

somente eu que sangro e agonizo sei como é a realidade,

e o fardo que retiro das costas dos que amo e ficarão.

 

No horizonte há um caminho e uma incerta redenção,

no presente tudo o que existe é discórdia, saudade de amar.

Vou e não olho pra trás, sei o que deixo mas não sinto pesar,

com um punhal, ainda sem nome, gozo o fim da minha desilusão.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Aniversário da Juju




Perdão ou paz temporária?

Perdão ou Paz Temporária?

Perdão ou Paz Temporária?

por El Morya Luz da Consciência - nucleo.elmorya@terra.com.br

Muitas pessoas se enganam e pensam mesmo que se encontram num plano superior, mais alto que seu ofensor: "Eu sou humilde, caridoso e tenho a capacidade de perdoar!!!" O nosso perdão é um verdadeiro ato de humildade ou meramente um gesto manipulativo para demonstrar nossa superioridade? Pergunta que deveríamos nos fazer toda vez que dizemos para alguém: eu te perdôo, ou mesmo quando "damos uma trégua" em algum conflito. 

Muitas vezes, ao tomarmos a rápida atitude de perdoar, não pensamos se estamos sendo honestos conosco mesmos e com o outro, e perdemos uma oportunidade verdadeira de curar as mágoas geradas nos dois lados. A pior coisa que pode acontecer em qualquer relacionamento é oferecer o perdão rápido demais! Ele pode até preservar uma relação, mas inibe o envolvimento e qualquer laço maior de intimidade. 

Perdoar não custa nada e evita muitos rompimentos, porém, será que este tipo de perdão é realmente saudável para nós? Ele só nos oferece "momentos de paz", uma paz superficial, pois não permite que aprendamos as verdadeiras lições geradas em um confronto. 

A paz temporária só faz aumentar o desconforto interior e solidifica uma forma errada de relacionamento. Intensifica a distância, o silêncio, e a mágoa. Ficamos com a dor e a tristeza incubadas no coração aumentando nossas chances de nos machucar novamente (energia que atrai), não resolvemos nossa dor, mas, sim, a negamos. 

Só alcançamos a graça de perdoar diminuindo a raiva, a hostilidade existentes dentro de nós. 

Como identificar se realmente perdoamos? Se na sua mente você formula a frase: eu perdoei, mas... nunca mais vai ser a mesma coisa! Significa que seu coração ainda está cheio de ressentimento e, mesmo que não exista o amor verdadeiro, então, a melhor saída é assumir sua dor e tentar resolvê-la, expressando-se de maneira adequada sobre o assunto, sem omitir sua contrariedade somente para ter um pouco de paz, porque ela será ilusória e desonesta. 

Podemos ainda, perdoar, mas, fazer uma escolha que não inclua mais o outro em nossas vidas, porém, só teremos certeza que não ficou nenhum ressentimento se em nossos pensamentos não insistirem as más lemnbranças, pois o perdão não elimina um fato ou alguém e nem os retiram da história. Perdão não é a mesma coisa que esquecimento, mas precisa marcar um período de renovação, onde não há lugar para mágoas. 

Quando nos esforçamos para reparar um erro, motivamos o outro a se libertar de seu ressentimento e fazemos um convite a ele para que entre novamente em nossa vida. Para que isso aconteça é necessário que exista reconhecimento da responsabilidade de ambas as partes. 

Perdoar é aprender a não se importar com as maldades que são enviadas a nós. Com o coração amoroso e preenchido de compaixão, não damos lugar à tristeza e direcionamos nosso amor àqueles que estão precisando. Direcionamos nossa energia de maneira adequada e saudável para todos: quem perdoa pratica a honestidade e a verdadeira humildade e quem é perdoado pode sentir-se digno de uma demonstração de amor verdadeiro. 

Mestre El Morya diz: Dou-vos estas linhas para que pudésseis recitar um mantra de perdão em qualquer lugar, cientes de que, o perdão é a chave para o contato com a porta aberta de Vosso Cristo pessoal: 

"Eu Sou o perdão aqui atuando, dúvidas e medos expulsando, com asas de cósmica vitória, os homens para sempre libertando. 

Com pleno poder, invoco agora o perdão a toda hora; toda vida sem exceção, envolvo com a graça do perdão. 

A primeira frase é para nosso perdão pessoal, pois, só assim podemos perdoar os outros". 

Vera Godoy 

segunda-feira, 18 de maio de 2009

SITES QUE DEVEMOS TER ANOTADOS


01. Quando for comprar qualquer coisa não deixe de consultar o site
Gastarpouco.
www.gastarpouco.com
02. Serviço dos cartórios de todo o Brasil, que permite solicitar
documentos via internet:
www.cartorio24horas.com.br/index.php
03. Site de procura e reserva de hotéis em todo o Brasil,por cidade,
por faixa de preços, reservas etc.:
www.hotelinsite.com.br
04. Site que permite encontrar o transporte terrestre entre duas
cidades, a transportadora, preços e horários:
https://appweb.antt.gov.br/transp/secao_duas_localidades.asp'
05. Encontre a Legislação Federal e Estadual por assunto ou por número,
além de súmulas dos STF, STJ e TST:
www.soleis.adv.br
06. Tenha a telinha do aeroporto de sua cidade em sua casa,chegadas e
partidas:
www.infraero.gov.br/pls/sivnet/voo_top3v.ini p_cd_aeroporto_ini=
07. Encontre a melhor operadora para utilizar em suas chamadas
telefônicas:
http://sistemas.anatel.gov.br/sipt/Atualizacao/Importanteaspp'
08. Encontre a melhor rota entre dois locais em uma mesma cidade ou
entre duas cidades, sua distância, além de localizar a rua de sua cidade:
www..mapafacil.com.br
09. Encontre o mapa da rua das cidades, além de localizar cidades:
http://mapas.terra.com.br/Callejero/home.asp
10 Confira as condições das estradas do Brasil, além da distância entre
as cidades:
www.dnit.gov.br
11. Caso tenha seu veiculo furtado, antes mesmo de registrar ocorrência
na polícia, informe neste site o furto.O comunicado às viaturas da DPRF é
imediato:
www..dprf..gov.br/ver.cfmlink==form_alerta
12. Tenha o catálogo telefônico do Brasil inteiro em sua casa. Procure
o telefone daquele amigo que estudou contigo no colégio:
www.102web .com.br
13. Confira os melhores cruzeiros,datas, duração,preços, roteiros,
etc.:
www.bestpricecruises.com/default.asp
14.. Vacina anti-câncer (pele e rins). OBS: ESTA VACINA DEVE SER
SOLICITADA PELO MÉDICO ONCOLOGISTA:
www.vacinacontraocancer.com.br/hybricell/home.html
15. Indexador de imagens do Google - captura tudo que é foto e filme de
dentro de seu computador e os agrupa, como você desejar:
www..picasa.com
16. Semelhante ao Internet Explorer , porem muito mais rápido e
eficiente, e lhe permite adicionar os botões que desejar, ou seja,
manipulado como você o desejar:
www.mozilla.org.br/firefox
17. Site de procura, semelhante ao GOOGLE:
www.gurunet.com
18. Site que lhe dá as horas em qualquer lugar do mundo:
www.timeticker.com/main.htm
19. Site que lhe permite fazer pesquisas dentro de livros:
www.a9.com
20. Site que lhe diz tudo do Brasil desde o descobrimento por Cabral:
www.historiadobrasil.com.br
21. Site que o ajuda a conjugar verbos em 102 Idiomas:
www..verbix.com
22. Site de conversão de Unidades:
www.webcalc.com.br/conversões/area.html
23. Site para envio de e-mails pesados, acima de 50Mb:
www.dropload.com
24. Site para envio de e-mails pesados, sem limite de capacidade:
www.sendthisfile.com
25. Site que calcula qualquer correção desde 1940 até hoje, informando
todos os índices disponíveis no mercado financeiro.. Grátis para Pessoa
Física:
www.debit.com.br
26. Site que lhe permite falar e ver pela internet com outros
computadores,ou LHE PERMITE FALAR DE SEU COMPUTADOR COM TELEFONES FIXOS E
CELULARES EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO GRÁTIS - De computador para computador,
voz + imagem. De computador para telefone fixo ou celular:
www.skype.com
27. Site que lhe permite ler jornais e revistas de todo o mundo.
www.indkx.com/index.htm

28 .. Site de câmaras virtuais, funcionando 24 hs por dia ao redor do
mundo:
www.earthcam.com

YouTube - Centraal Station Antwerpen gaat uit zijn dak!




Muito legal....

domingo, 17 de maio de 2009

O populismo está de volta (artigo recebido de um amigo virtual)

O POPULISMO ESTÁ DE VOLTA 


By João Mellão Neto 
 
O populismo e seus seguidores foram a desgraça da América Latina. Por causa deles as economias nacionais foram implodidas; as instituições e seus fundamentos, destroçados; o tecido social, esgarçado; e os valores, relativizados. Os regimes populistas foram frequentes durante todo o século 20. Despontaram em quase todas as nações e lograram cimentar de vez o enorme fosso econômico existente entre os países de origem latina e os EUA e o Canadá. 

Eis que os populistas voltaram. Já estão no poder em países como Venezuela, Equador, Bolívia, Paraguai e Argentina e ameaçam galgá-lo em outras tantas nações. 

No Brasil, a tentação populista se faz presente em setores do governo, da imprensa e até mesmo da Justiça. O argumento central dos populistas é o de que tudo o que fazem é em nome do "povo".Julgam-se fiéis intérpretes das vontades e das opiniões do "povo" e, assim, contam com indulgência plenária e prévia para toda sorte de injustiças e desatinos que venham a cometer. O importante, mesmo, é o que pensa o "povo". Vem daí o designativo populismo. 

É o caso de perguntar: quem é o "povo"? O que, afinal, pensa ele? Não dá para saber. O povo, na prática, é uma massa multiforme, passional, mutável, em geral desinformada e que não tem uma opinião consensual sobre praticamente nada. Alguns anos atrás foi feita uma enquete nos EUA para descobrir o que era unanimidade por lá. Conclusão: nada. Nem mesmo Deus conseguiu chegar perto, porque mais de 10% dos americanos eram ateus. O índice mais alto, à época, foi concedido às batatas fritas, que alcançaram 93%. Hoje em dia - como se descobriu que a gordura da fritura faz mal à saúde - nem mesmo elas chegariam lá. Ora, se nada e muito menos ninguém alcançam o consenso geral, existem alguns assuntos que se aproximam disso. E é a eles que os populistas se apegam no seu afã de se identificarem com as vontades populares. 

Crianças, idosos, deficientes, progresso, povo, pobres, moral: quem pode ser contra tudo isso? Por outro lado, poluição, devastação da Amazônia, inflação, desemprego, recessão, impunidade, corrupção, miséria: quem, afinal, pode ser a favor? 

Esses temas - e muitos outros - são fáceis de ser explorados. E, também, de ser distorcidos. Segundo a Lei de Murphy, "para cada um dos problemas do mundo existe uma solução simples, clara e inquestionável. E essa solução é justamente a errada". 

O "povo", na cabeça dos populistas, há de ter uma opinião apaixonada sobre cada um dos temas expostos acima. E sempre que surge algum assunto relacionado a eles, automaticamente busca se posicionar. Mas o "povo" quase nunca possui um grau de informação suficiente para julgar. 

Assim sendo, antes de tudo o povo não deveria ser bem informado? Os populistas entendem que não. É mais fácil perfilar-se ao lado do "povo" que procurar esclarecê-lo... 

Até mesmo a Justiça, no Brasil, foi maculada pelo viés populista. Recentemente, no Supremo Tribunal Federal, dois circunspectos ministros bateram boca em torno da questão. Em razão do linguajar hermético de que se valeram, poucos foram os leigos que entenderam do que se tratava. Um deles era o presidente da Casa. Defendia a tese de que os magistrados devem ater-se exclusivamente ao que dizem os autos e as leis. O outro tem uma visão diferente. Em sua opinião, os juízes devem ouvir as ruas. E julgar de acordo com os clamores populares. 

Ora, cá entre nós, se um ministro de tribunal superior deve reduzir-se a ser um mero auscultador da opinião pública, para que, então, existem tribunais superiores? Por que se exige dos seus ministros que estudem, com afinco, o Direito e os seus princípios fundamentais? 

Como bem afirma Reinaldo Azevedo, o papel do juiz é o de ensinar tolerância aos intolerantes, e não o de aprender com eles a intolerância. Indo além, se cabe ao juiz atender à sanha justiceira do povo, para que precisarmos de juízes? Bastariam alguns funcionários burocráticos para assinar embaixo e, assim, legitimar os linchamentos. 

Mais ainda que os tribunais, é a imprensa que se tem mostrado bastante contaminada pelo vírus populista. Alguns setores dela, em vez de cumprirem seu papel de informar a opinião pública, preferem distorcer as notícias de modo a atender aos baixos instintos do "povo". 

Um exemplo entre inúmeros outros: publicou-se, em manchetes, que determinado parlamentar havia construído nada menos que um castelo, aqui, no Brasil. A opinião pública, escandalizada com o que entendeu ser um deboche para com as pessoas que pagam impostos, passou a exigir, de imediato, a sua cabeça. O sujeito foi expulso de seu partido e teve de renunciar a todos os cargos que tinha na Câmara dos Deputados. Só não perdeu, por enquanto, o mandato. 

Pois bem, somente agora se esclarece que o tal do castelo foi construído antes que seu proprietário ocupasse qualquer cargo público. Ou seja, a obra foi custeada com dinheiro particular do cidadão. E não era apenas para seu deleite. Ele pretendia instalar ali um cassino de luxo, porque se acreditava, à época, que o jogo estava em via de ser legalizado no País. Como isso não ocorreu, o castelo perdeu a serventia e agora está nas mãos de seus filhos. 

Esse, dentre tantos, é mais um caso típico de linchamento moral promovido pela imprensa, recentemente. Lembra os tempos do faroeste: enforca-se antes, julga-se depois. 

Populismo já nos basta o de nossos governantes. A imprensa e os tribunais devem ficar fora disso. 

Tudo isso lembra as frases atribuídas a Danton, um dos principais artífices da Revolução Francesa. 

- O povo saiu às ruas! Vou até ele! 

- Para ouvi-lo, monsieur? 

- Não! Para liderá-lo!

sábado, 16 de maio de 2009

Deus e os absurdos do mundo



Jogar a culpa de nossas desgraças nas costas de Deus é muito simples...
Não temos o direito de pedir a Deus que faça um círculo ser quadrado. Como sabemos, as regras da vida precisam ser consideradas. Se compreendermos essas regras, certamente vamos alcançar uma fé madura e crescer como pessoas responsáveis.

A psicologia nos ensina que um dos elementos que acenam para a maturidade da pessoa é justamente sua capacidade de assumir as responsabilidades e responder pelos erros.

O nosso jeito de praticar a religião nem sempre é maduro, isso porque muito facilmente acreditamos que Deus resolverá todos os nossos problemas. Insistimos em acreditar que Ele nos livrara de todas as consequências de nossas escolhas erradas, e que uma vida em Deus é uma vida sem problemas. Engano! Quanto mais crescemos em Deus, maior é a necessidade que temos de purificar os nossos excessos. Esses excessos se dão em todos os detalhes de nossa personalidade, desde as nossas compreensões mais simples até mesmo às compreensões mais elaboradas.

O jeito como reagimos diante de uma determinada situação depõe contra ou a favor do que consideramos como maduro em nós. A maneira como interpretamos as coisas ruins que nos acontecem é um modo interessante de medir o nosso grau de maturidade. Um exemplo simples: um rapaz embriagado atropelou uma menina de seis anos no centro de uma cidade no interior da Bahia. Para se livrar da responsabilidade do acontecido, o jovem recorreu ao absurdo de dizer que estava possuído pelo diabo, e que por isso a matou. Ao utilizar-se de um argumento como esse, o rapaz demonstrou ser realmente vítima de uma única possessão: a ignorância. Ao culpar o demônio pelo absurdo de suas displicências, o rapaz tenta se eximir de forma imatura e vergonhosa da responsabilidade de pagar pelo crime cometido.

A maturidade também se expressa no que pedimos. Outro exemplo simples: uma pessoa fumou a vida inteira, nunca se esmerou por lutar para deixar o vício, e, num determinado momento, descobre que tem câncer. Então se coloca a pedir a Deus um milagre. É justo? A doença não nasceu das escolhas que fez? Tenho o direito de colher o que na verdade não plantei? Acho pouco provável.

O milagre é realizado a quatro mãos. Mãos de Deus e mãos humanas. O que deixo de fazer ou o que negligencio agora poderá comprometer o bem a que Deus já me destinou. O Senhor não quer as tragédias do mundo. As tragédias humanas são construídas aos poucos por nós mesmos. É preciso maturidade para assumir. Jogar a culpa de nossas desgraças nas costas de Deus é muito simples. Assim ficamos eximidos de qualquer responsabilidade ou comprometimento.

Grandes acidentes acontecem com pequenos descuidos. Ao dizer que nem mesmo um fio de cabelo cai de nossa cabeça sem que o Pai do céu permita, Jesus não se refere a acidentes absurdos. A permissão de Deus está sempre conectada à natureza de Sua bondade. Deus é bom. Não há variações em Sua vontade. O Seu querer para a vida humana é sempre a vida, e vida em abundancia. De Deus não nascem tragédias. Os acontecimentos trágicos do mundo não são frutos de permissões divinas, mas sim, de deliberações de nossa vontade.

(Trecho extraído do livro "Quando o sofrimento bater à sua porta"


Padre Fábio de Melo.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Que tipo de relacionamento você quer para você?

Que tipo de relacionamento V. quer pra sua vida?

Fiquei atônito -há poucos minutos-, ao ler um comentário deixado nos Blogs por uma usuária que tinha sofrido, após vinte anos de "casamento perfeito", uma traição por parte do marido. Ainda que ele tivesse largado sua relação extraconjugal, a esposa havia ficado depressiva, com síndrome de pânico, dependente de "remédios fortes" e terapia. Ficara sem chão, pois este era "garantido" pelo marido. 
Ao final, um apelo realmente desesperado foi deixado para que as pessoas não traiam, pois isto colocaria em risco (segundo ela) a própria vida do ser humano traído.

Fazia muito tempo que desejava escrever um pouco sobre este vastíssimo universo dos relacionamentos, mas ler este testemunho foi o gatilho definitivo. Algo gritou em mim para tentar exteriorizar alguns conceitos que podem começar a modificar nossa forma de relacionamento, principalmente o que costumamos chamar de "amoroso". 
Dói sobremaneira perceber o sofrimento de uma irmã de caminhada, mas não acredito no acaso. Não posso julgar ninguém; mesmo tendo alguma idéia quanto à origem do problema: uma comunicação parcial, truncada ou inexistente, a presença de forte apego a valores obsoletos, vencidos. 
Valores esses que se constituem em verdadeira porta para as doenças, o medo, a solidão e a carência, -que têm por base o controle, a manipulação, a troca pura e simples (ou escambo) com alguém; onde ambos cuidam de contabilizar os "pontos" acumulados de cada um, gerando um distanciamento continuado, quase uma desconexão da própria essência divina; a Alma clamando para ser finalmente levada em conta, deslocando a união para outro nível, para outras esferas onde não existem mais amargura, angústia e ansiedade. 

Bom, podemos começar agora mesmo a deixar para trás atitudes negativas, de posse, de separação, de escassez, de ilusão que na realidade já pertencem ao passado e somente nos afastam da Fonte, de nossos entes queridos, de nós mesmos... da vida verdadeira que espera para ser desfrutada plenamente até o fim que não é fim de coisa nenhuma, pois nos leva de volta à Origem e nos prepara imediatamente para nova aventura cósmica. 

Este lugar que nos afasta por completo da dor, da raiva e da frustração se encontra bem perto, fica lá onde mora a Consciência da Unidade. Aquela certeza incorruptível que vem de dentro e que diz em tom forte e claro que eu sou o outro Você; que somos todos um só. Que nunca existiu separação daquilo que foi criado junto em nome do Amor Supremo, que não conhece diferenças de credo, cor, raça, posição social, idade... que não condena, não pune, que desconhece a culpa e vê todos como criaturas amadas que aqui se encontram para desenvolverem suas habilidades inatas e co-criarem este Universo Infinito. 

Neste lugar, não vigoram mais as leis dos homens, aquelas que todos conhecemos e que muitos ainda temem e aceitam. 
Estamos numa dimensão acima. A quarta. A espiritual. Buscando incorporá-la aqui mesmo, neste mundo da matéria. 
O caminho é simples, basta usar a vontade, o desejo, virtudes que bem conhecemos. Basta dirigi-las de forma diferente, em outra direção... para o alto, esquecendo muito do que temos aprendido como correto, como base de nossa existência. 
E o alto a que me refiro não fica lá em cima, além das nuvens.Refiro-me aos pontos superiores dos sete chacras, nossos principais centros energéticos. 

Creio que quase todos conheçam e tenham experimentado a presença gerada pela vibração característica de nossa sobrevivência e nosso sustento, o primeiro centro, na base da coluna; a seguir, a força e prazer da sexualidade, pilotada quase sempre -e ainda-, pelas emoções, as paixões arrebatadoras que podem explodir com a força de um vulcão em erupção. O ponto de equilíbrio fica no quarto centro, o do coração, bem no meio do peito, que nos abre o caminho para o amor incondicional, para os sentimentos que nos "elevam" e nos preparam para dar o grande salto "para cima". 
Sim, creio tenha chegada a hora em que é necessário e inevitável começar a sintonizar, a revigorar nossos centros superiores aprimorando a criatividade que também vem da fala, do poder do verbo, junto com a comunicação clara (o quinto centro). 
A seguir, observamos a percepção extrasensorial, a intuição e a sabedoria (governadas pelo sexto centro - literalmente o "sexto sentido"), e, por último, o "coronário", o canal que fica no topo da cabeça e nos conecta direta e permanentemente com a Fonte. 

Estimular, ativar com exercícios simples estes canais superiores nos permite a liberação definitiva do sofrimento em cada aspecto de nossa existência, principalmente em nossa vida afetiva. 
Centrados e em harmonia energética, saberemos finalmente encontrar o outro, logo ao primeiro toque, naquela profunda troca de olhar, aquele que inconscientemente -mas por completo-, lê a fundo a alma e a faz vibrar intensa mas suavemente, reconhecendo a pessoa certa para viver bem cada instante, estando perto ou longe, em condição de ajudar, inclusive à distância, ao perceber o menor desequilíbrio, utilizando a força que emana da sabedoria agora disponível e internalizada. 

Como é bom intuir, mesmo sem precisar estar perto, ter na tela mental o sorriso do parceiro, poder se comunicar sem palavras, no silêncio da troca sutil, compartilhando as experiências e crescendo a cada troca. 
E a sexualidade... finalmente em sintonia fina com a unicidade do parceiro, com a percepção total do momento e da necessidade do outro, ancorada finalmente e somente no respeito, na cumplicidade, no carinho e na ternura... criatividade absoluta em todos os sentidos, mesmo no aspecto de gerar uma nova vida, que virá trazendo em sua alma essas vibrações sublimes... uma criatura livre e amorosa. 

Vamos procurar lembrar que a lei da atração é uma das sete leis espirituais
Carente atrai carente. Alegria atrai alegria. 
Mas tudo muda, tem seu ritmo, vibra, passa (mais leis espirituais). Portanto, podemos mudar esses estados de alma mesmo nas piores condições que nos foram impostas pela lei do Karma, outra lei absolutamente irrevogável... 
Sem esquecer a que nos confirma que "o que está em cima está aqui em baixo também"... nos solicitando a construção desta ponte entre o espiritual e o material, encurtando a distância entre os planos, reduzindo a dualidade, chegando, enfim, a viver o céu aqui na Terra mesmo, na plenitude da Luz. 

Somos todos um só! 
Sinto muito - Eu te amo - Muito obrigado.
Sergio - STUM

terça-feira, 12 de maio de 2009

Saboreio cada momento


Saboreio cada momento. 
 

Antigamente me preocupava quando os outros falavam mal de mim. Então fazia o que os outros queriam, e a minha consciência me censurava.

Entretanto, apesar do meu esforço para ser bem educado, alguém sempre me difamava. 
Como agradeço a essas pessoas, que me ensinaram que a vida é apenas um cenário! 
Desse momento em diante, atrevo-me a ser como sou.
A árvore anciã me ensinou  que somos todos iguais.

Sou guerreiro:  
a minha espada é o amor,  
o meu escudo é o humor,  
o meu espaço é a coerência,  
o meu texto é a liberdade.
  
Perdoem-me, se a minha felicidade é insuportável,  mas não escolhi o bom senso comum.  
Prefiro a imaginação dos indios, que tem embutida a inocência.

É possível que tenhamos que ser apenas humanos. 

Sem Amor nada tem sentido, sem Amor estamos perdidos,  sem Amor corremos de novo o risco de estarmos  caminhando de costas para a luz.  

Por esta razão é muito importante que apenas o Amor  inspire as nossas ações. 

Anseio que descubras a mensagem por detrás das palavras;  
não sou um sábio,  sou apenas um ser apaixonado pela vida. 

A melhor forma de despertar é deixando de questionar se nossas ações 
incomodam aqueles que dormem ao nosso lado.

A chegada não importa, o caminho e a meta são a mesma coisa.  
Não precisamos correr para algum lugar,  apenas dar cada passo com plena consciência.

Quando somos maiores que aquilo que fazemos,  nada pode nos desequilibrar. 
Porém, quando permitimos que as coisas sejam maiores do que  
nós, o nosso desequilíbrio está garantido.  

É possível que sejemos apenas água fluindo;  
o caminho terá que ser feito por nós.
  
Porém, não permitas que o leito escravize o rio,  ou então, em vez de um caminho, terás um cárcere. 

Amo a minha loucura que me vacina contra a estupidez.  
Amo o amor que me imuniza contra a infelicidade  que prolifera, infectando almas e atrofiando corações. 
  
As pessoas estão tão acostumadas com a infelicidade,  que a sensação de felicidade  lhes parece estranha. 
As pessoas estão tão reprimidas, que a ternura espontânea  as incomoda, e o amor lhes inspira desconfiança.

A vida é um cântico à beleza, uma chamada à transparência.

 Peço-lhes perdão, mas…. 
DECLARO-ME VIVO!
 
 
Chamalú. 
Indio Quechua
 

 

sexta-feira, 8 de maio de 2009

ADEUS TERESA

ADEUS AMIGA, COMADRE, TROVÃO...
NÃO HÁ COMO DIMENSIONAR A MINHA DOR...
PERDER MINHA AVÓ E TE PERDER EM SEGUIDA...
E NÃO ESTÁVAMOS NOS FALANDO...
E DEIXAMOS DE DIZER (E DE VIVER) TANTA COISA...
EU TE AMAVA TANTO...
EU TE ODIEI TANTO...
EU ESTOU SOFRENDO TANTO, MAS TANTO...
ADEUS AMIGA, ADEUS TERESA, ADEUS FÃ Nº 1 DA BETTY BOOP,
ADEUS COMPANHEIRA DE BATIDAS DE FRUTAS E CONVERSA NA MADRUGADA...
QUE O CÉU POSSA SORRIR AGORA QUE VOCÊ CHEGOU E QUANDO EU OUVIR OS TROVÕES DAS TEMPESTADES SABEREI QUE VC ESTÁ TAGARELANDO OU RINDO...

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Afirmação e negação - Paulo Ferrini (recebido de uma amiga virtual)

AFIRMAÇÃO E NEGAÇÃO
 
 
Se quer estabelecer uma ligação profunda com a sua natureza espiritual, você tem de compreender com clareza e profundidade o que você precisa afirmar e o que você precisa negar.
 
Num nível mais simples, pode-se dizer que a verdade tem de ser afirmada e a falsidade negada.
O amor tem de ser afirmado e o medo negado.
A essência tem de ser afirmada e a aparência negada.

O problema em afirmar a verdade, o amor e a essência é que muitas vezes não sabemos o que eles são.
Como podemos afirmar a verdade se não sabemos qual ela é?
Como podemos afirmar o amor se temos medo e somos contraditórios com relação a ele?
Como podemos afirmar a essência se estamos sempre buscando a aprovação dos outros?

Em geral, para conseguir afirmar a verdade, temos de praticar a negação.
 
Se eu me sinto confuso, tenho de reconhecer, "Essa confusão não é minha verdade".
 
Se eu sou contraditório com relação aos meus sentimentos, tenho de admitir, "Essa contradição não é o amor".
 
Se eu busco lá fora algo que reforce o que eu estou sentindo, tenho de ver que "Essa busca por aprovação não é a essência".

Sendo claro com relação ao que a verdade, o amor e a essência não são, eu crio um espaço dentro de mim para perceber o que eles são.
 E assim o processo continua...
 
"A verdade não é o preconceito nem idéias tacanhas, o amor não é expectativa nem o desejo de resgatar ou consertar o outro, a essência não é a busca por concordância, por aprovação ou por um grupo a quem eu possa pertencer".

A verdade está no coração, assim como o amor e a essência.
Não é possível encontrá-los com a mente ou com palavras.
 
Eles só podem ser incorporados e expressos por aquele que não sente necessidade de estar certo, de ver retribuído o amor que oferece ou de receber aprovação.
 
A verdade verdadeira, o amor verdadeiro, a essência verdadeira não têm opostos, pois eles não se originam no reino da dualidade.

Para chegar à verdade verdadeira, à essência verdadeira, temos de parar de nos prender às suas imitações.
 
Se aceitamos amor condicional, não conheceremos amor sem condições. Se aceitamos qualquer forma de dogma, julgamento ou de preconceito como algo verdadeiro, não conheceremos a verdade pura do coração.
Se buscamos a aprovação de outros homens ou mulheres e nos preocupamos com o modo que eles nos recebem, não diremos a verdade sobre nós mesmos quando for preciso.

Temos de negar todas as imitações.
Vamos esclarecer de uma vez por todas que, se você não está em paz, então é porque não está vivendo a verdade, o amor e a essência.
Pois só é possível vivê-los quando se está livre de oposições, de conflitos, de contradições, de apegos, de expectativas, ou de interesses de qualquer tipo.
 
Enquanto o seu amor for oferecido com condições.
Enquanto a sua verdade for oferecida com o julgamento que você faz das outras pessoas, enquanto a sua essência estiver inflada e ligada a sua auto-imagem, você só está oferecendo uma imitação.

Se você toma o falso pelo verdadeiro, não pode afirmar o que é verdadeiro ou negar o que é falso.
Essa, meu amigo, é a dificuldade das palavras, dos conceitos.

Quando falar de amor, por favor, pergunte a si mesmo,
"O meu amor está livre de condições?"
 
Quando falar da verdade, pergunte,
"A minha verdade está livre dos julgamentos e das opiniões?"
 
Quando falar da essência, pergunte,
"Eu me preocupo com o modo como as pessoas me vêem ou me recebem?"

Pra conquistar a liberdade de ser você mesmo é preciso mais desprendimento do que você imagina.
 
Enquanto esperar algo de alguém, você não poderá ser você mesmo.
Só quando não deseja nada em particular de ninguém, você é livre para ser quem é e para se relacionar com sinceridade e autenticidade com os outros.

Eu não digo isto para desestimulá-lo, mas para prepará-lo para a profundidade e extensão da jornada que você tem pela frente.
 
Para ser uma pessoa auto-realizada, é preciso que você abra mão de todas as expectativas e condições, sejam as suas próprias ou as dos outros.

A sua meta é aceitar exatamente com são todas as pessoas que cruzam o seu caminho e ser você mesmo independentemente do modo como elas o recebem ou reagem a você.
 
Se encontrar alguém que o revolte ou melindre, isso é sinal de que você não está vendo a verdade ou a essência dessa pessoa.

Se você se sente bem com as pessoas que o amam e deprimido com as que não gostam de você, isso é sinal de que você não está firmemente enraizado na verdade de sua própria essência.

O amor é a coisa mais difícil deste mundo e também a mais fácil.
 
É a mais difícil porque você tem muitas expectativas e apegos que o impedem de fluir para você e de você.
 
E é a mais fácil porque, quando você se liberta dessas expectativas e apegos, nem que seja por um instante, o amor o invade e emana de você espontaneamente, sem nenhum esforço.

Paul Ferrini