Procuro em seus olhos opacos.
Onde está a luz que já vi um dia?
Agora um simples borrão,
o brilho amargo do rancor.
Nenhuma batida em seu coração,
procuro a música do seu sorriso,
abaixo os meus olhos,
encolho a minha mão
que rejeitada pela sua não sei onde pôr.
No escuro que restou
choro baixinho de saudade
Perdi mais que o sol da sua presença
e desconcertada me afasto,
não entendo,
mas não vejo sinal algum de amizade.
(sem comentários, só choro baixinho)
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