segunda-feira, 19 de julho de 2010

O amor faz milagres. A fé transforma. A esperança impulsiona.

E nesses momentos em que não está aqui eu faço arte.
Cada lembrança é um verso, uma pincelada, uma nota musical.
Sua vida foi arte, cor, música, pintura,
e tudo mais é apenas um reflexo do que foi a sua existência.
A Terra continua a girar, os dias tornam a nascer,
a sua ausência deixa de ser um fardo para ser algo.
Algo produtivo e tão cheio de vida que posso te sentir.
Sinto cada aspecto do que você deixou comigo.
Hoje crio vida onde a morte esteve árida.
Hoje vivo e não sou mais o deserto de antes.
O amor faz milagres. A fé transforma. A esperança impulsiona.
A sua ausência deixa de ser um fardo para ser algo.


Me sinto tão cheia de amor e tão repleta de compaixão, esperança e fé. É como se um deserto tivesse passado por um milagre e agora estivesse cheio de árvores, plantas e rios com cachoeiras. O equilíbrio é confortante e apesar de sentir aquela agitação interna da euforia bipolar consigo me manter sob controle. A poesia volta a fluir dentro de mim e a alegria. É tão bom ter controle sobre as emoções e ter a capacidade de gerenciar a vida e de me manter afastada do que me faz mal. As coisas só tendem a melhorar e eu estou pronta para receber todas as bençãos que ainda estão por vir.

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