A reta no pulso ainda ardente do estilete
pura estética acima da tatuagem
uma marca, um lembrete
identifica minha carceragem.
Morte.
Carcereira que me tira o outro
um pedaço arrancado de mim
roubado. Eu viva em quem foi morto.
Uma morte que nunca tem fim.
Luta.
A mente que foge da escuridão
presa em teias de eternas memórias
masmorras da depressão
me trancam com infindáveis histórias.
Adeus.
Amores me foram tirados
eu vou, eu também fui, eu fiquei
e nos pedaços em mim mutilados
passado e saudade viverei.
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