Não lembro muita coisa.
Eu, vovó e tia Maria Alice estávamos sentadas numa mesa conversando e de repente a tia Maria Alice começa a falar para mim que ela tinha pena de mim, pois eu iria ficar sozinha em breve já que a minha avó não iria viver muito e já que eu havia perdido praticamente toda a minha família, exceto os descendentes. Ela dava a impressão de querer dizer que eu não teria ninguém para cuidar de mim.
Quando a minha avó ouve ela falar isso começa a passar mal.
Eu olho para a vovó e a vejo parada, sem respirar e começo a gritar e correr atrás de socorro.
Não lembro muito bem do que acontece depois até a hora em que estou na emergência do hospital com ela.
Seguro um objeto estranho, como um relógio, que aperto sem parar como se aquilo fosse o que mantinha a minha avó viva. Sinto isso muito forte.
O médico declara o óbito e eu começo a gritar e apertar o tal objeto.
Ao meu lado estão o Ranz e o Dio.
Caminho em direção à sala de espera que vejo através de uma porta de vidro. Meus irmãos e primas estão lá.
Quando chego na porta de vidro começo a cair devagar e chorar compulsivamente e grito de dor.
A Sophia me acordou e o sonho acabou aí, mas foi o suficiente para eu me desesperar.
Dá para imaginar como a minha mente está com toda essa situação pelo sonho que eu tive.
Estou passando mal até agora.
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