segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Olimpo de vidro

Ergue-te do teu Olimpo de vidro

em passos suaves para não desmoronar

não busques minha sombra na floresta

meu rastro a assombrará

 

Sigas o caminho dos eremitas

atrás daquilo que nunca terás

o conhecimento dos grandes mestres

sobre perdão e o que a libertarás

 

Esculpida em mármore sobre o passado,

de mover-te não serás capaz

e só terás a verdade,

 

irás chorar tua injustiça e crueldade

Tempo e mais Tempo é o que terás e

pensarás no que, por ti, foi dito e lavrado.

 

(peço desculpas se houver algum erro de concordância, porém a forma como eu escrevi era importante para o que eu sentia e queria dizer)

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