quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

2008

Limpando a vida...
É assim que começo o ano de 2008.  Limpando orkut, limpando multiply, sumindo de todos os cantos e começando do zero. Ainda não sei o que vai acontecer, mas sei que esse ano vai ser foda, então prefiro me preparar com o que tenho e com o que sei.  Esse ano começou meio complicado, meio doido, meio selvagem: copos quebrando, ovnis no céu, cortes e pancadas no corpo em virtude de acidentes e incidentes idiotas. Coisas anormais acontecendo como se todos os mundos reais e "irreais" estivessem enlouquecendo ao mesmo tempo. Assombrações (?).  Mas eu estou aqui.  E estou preocupada.  Comecei o ano perdendo muito, mas como diz meu irmão, de acordo com o livro que dei de presente de natal para ele: "Nós criamos a nossa realidade e o que atraímos para nós".  Então vou me concentrar nisso e correr atrás do prejuízo e prevenir que o meu ano se transforme no ano que estão prevendo. 

3 comentários:

  1. Amiga querida
    O mundo é complicado, mas nós somos páreo duro.Talvez ele seja o nosso espelho. O importante é semopre, sempre ir em frente.
    Beijos e dois poemas do Eugénio de Andrade. Os orixás te amam e te protegem.
    ---
    Quase nada

    O amor
    é uma ave a tremer
    nas mãos de uma criança.
    Serve-se de palavras
    por ignorar
    que as manhãs mais limpas
    não têm voz.
    --
    Rotina

    Passamos pelas coisas sem as ver,
    gastos, como animais envelhecidos:
    se alguém chama por nós não respondemos,
    se alguém nos pede amor não estremecemos,
    como frutos de sombra sem sabor,
    vamos caindo ao chão, apodrecidos.

    ResponderExcluir
  2. Sinto falta dos seus poemas e dos poemas lindos de outros autores e autoras que vc costuma colocar...

    ResponderExcluir
  3. Obrigado, Tatizinha.
    Estou gastando muito tempo no Orkut e deixando de escrever para meus amigos. Não sei como isso acontece.
    Beijos
    ---
    FAZ DE MIM

    Não faz de mim tua escrava
    Faz de mim teu bumerangue
    Joga-me ao mundo
    Com toda a tua força
    Deixa-me ir
    Navegar por outros mares
    Por outros ares
    Outras vidas
    Outras cidades
    Deita-te a areia
    Abre os braços
    Que logo estarei de volta
    Logo serei teu mundo
    Porque és o meu porto seguro
    Meu lugar de refúgio
    Minha praia de rio
    - águas tranqüilas -
    A minha alegria
    Meu canto de glória.

    DArcy
    (peguei esse poema em http://www.lumiarte.com/luardeoutono/da/index.html )

    ResponderExcluir