Sinto todos esses espíritos dançando dentro de mim, ao redor de mim como se fossem uma nuvem que fizesse parte do meu ser. Libélulas, borboletas, pássaros, mariposas...
Como a névoa londrina às vezes não enxergo o próximo passo, não enxergo as coisas em que esbarro no caminho. E quando há a luz... Ah, quando há a luz... Então tudo brilha como um farol no meio do oceano guiando os que estão perdidos por aí.
Às vezes sou eu, às vezes sou um conjunto de espíritos dançantes. Às vezes nem sei quem sou.
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